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28 de julho de 2010

Cinema - Some DVD fun time! @ 06:34

Ontem eu estava entediada depois do trabalho e aluguei 3 Dvds, bem filme [B| e uma animação que, na minha opinião, pode virar um clássico.

Vamos ao que interessa?



Nota? Uns 6.0, sendo bem generosa.

Contatos de Quarto Grau é um thriller de suspense ambientado em uma cidade do Alasca, bem pequena, com aquele ar de interior, onde misteriosamente desde a década de 60 todos os anos são registrados um grande número de desaparecimentos e suicídios. Apesar das diversas investigações do FBI, 2000 visitas, segundo afirma o filme, a verdade nunca foi revelada. Quando a psicóloga Dr. Abigail Tyler (Milla Jovovich) começa a gravar suas sessões com pacientes traumatizados acaba descobrindo as mais perturbadoras evidencias de abduções alienígenas, jamais reveladas ao público. A própria atriz se dirige ao público algumas vezes, explicando que algumas das imagens do filme são de acervo real, dando um ar muito mais apavorante ao enredo da história.

Eu assisti o filme junto com minha mãe. Desde os 13 anos eu e minha mãe temos o costume de ver filmes de terror juntas. Eh, eu sei, uma espécie de masoquismo coletivo. Este filme nos deixou um pouco impressionadas justamente pelas `imagens reais` que são absolutamente perturbadoras.

Do aspecto tecnico, o filme é razoavelmente bom. A preocupação em mostrar imagens `reais` e fictícias nos mesmos quadros, deixam o espectador um pouco confuso. Fica poluído demais, e você não sabe ao certo para que cena deve dar mais atenção. O roteiro é simples, quase didático - com começo, meio e fim, plot turning, tudo bem explicadinho. Não há nada muito espetacular ou até mesmo minimamente fora do comum em relação a direção de arte, fotografia, direção ou mesmo atuação.

O que foi mais interessante é o quão broxante foi para mim descobrir que não há nada de real neste filme. Através de artigo do site Ceticismo Aberto (veja o artigo aqui) eu descobri que não só os artigos foram fabricados, como até mesmo um jornal, e que a doutora Abigail mostrada em `imagens reais` do filme, é uma atriz. (Veja o IMDB dela aqui) Pois é, colega. Neste momento o filme perdeu toda a magia.

Pra começar, eu devo explicar que eu sou totalmente á favor de uma total inércia do espectador no momento em que ele se senta numa poltrona para ver um filme. Não importa se me mostrarão coelhos voadores assassinos, vampiros que brilham(Ai que direta) ou tomates assassinos, durante uma hora e cinquenta minutos(ou mais) eu vou acreditar que tudo aquilo é possível. Todo o espectador e até mesmo crítico de cinema precisa, na minha opinião, deixar-se levar pelo roteiro, para poder no final observá-lo com olhar crítico. Do contrário, a experiência é incompleta.

Eh claro, que como qualquer cinéfilo, você assiste um filme pensando em todos os seus aspectos técnicos, e quem presta muita atenção nisso percebe o quão mentirosa é esta história. Os `personagens` reais estão muito tranquilos, com postura de atores treinados, e a hipnose é absolutamente fácil demais. Eu não acho que foi um erro tentarem colocar tudo como baseado em fatos reais. Muitos filmes fazem isso, com eficiência. O cinema imita a vida, e não há nada de equivocado nisso. O problema é que o espectador se sente traído quando percebe que foi enganado. O filme passa a ter um efeito contrário. Não se tem mais prazer em assistí-lo.

Ganha nota 6.0 só porque eu simpatizo com os atores. Só.



Nota 7.0

Foi muito mais interessante ver esse filme com meu avô do que quando vi no cinema com uma amiga.
Meu avô, Antônio Medina Rodrigues é Profº de Língua e Literatura Grega do departamento de letras clássicas e vernáculas da USP, Poeta, Crítico e Tradutor. Também é conhecido como professor de literatura no Anglo, assinando também diversas apostilas. (E ouvi dizer que as dele são as melhores.)

Pra começar, Percy Jackson ganha muitos pontos por ele ter assistido o filme inteiro sem cochilar em nenhum momento. Quando o filme está chato, é ruim, ou tem muito lenga-lenga, ele dorme mesmo, uma forma bastante natural de protesto. Se não, o filme o agrada de alguma forma.

A adaptação não é chata, ruim ou tem muito lenga-lenga. Posso dizer que é até bem dinâmica. Não perde muito tempo com a vida escolar do garoto, com os problemas de sua casa. Mostra o principal. No livro o personagem principal tem apenas 12 anos. Eu suponho que tenham `envelhecido` os heróis principais para competir com os blockbusters de apelo juvenil atuais.(Vampiros que brilham, HA, direta denovo.) Um apelo sexual bem levinho, eu suponho, ao qual eu mostro meu olhar especial de desprezo.

A primeira cena do personagem é muito boa. Percy Jackson aparece submerso e imóvel numa piscina, com os olhos abertos, com uma expressão levemente pacífica. Meu avô deu um sorrisinho, provavelmente percebendo que aquele garoto não só era o protagonista, mas também sacando boa parte da história. Estava claro: ele era no mínimo o filho de Poseidon, deus dos mares.

Assim como a maioria dos heróis da mitologia grega, Percy (Logan Lerman) terá diversas tarefas a cumprir em sua jornada, semelhantes ás de Perseu e Hércules, recheadas de mitologia e monstros de forma quase aleatória. Meu avô ria com simpatia para os elementos que identificava verdadeiros, mas dava umas reclamadas quando se tornava forçado demais. Enfim a tarefa de Percy, é devolver a Zeus, seu raio principal, misteriosamente furtado, o qual todos acreditam ter sido o próprio garoto quem roubou.

Há quem diga que o objetivo é impressionar o pai, recriar um laço antes inexistente, que iria dar continuação á história. Um tipo de relação visceral freudiana, mas se for o caso, foi pouquíssimo bem aproveitada no filme, e levemente recheada no livro.

Do aspecto tecnico, mais uma vez, temos uma adaptação pouco impressionante. Nada que não fosse o esperado de Chris Columbus, diretor dos dois primeiros Harry Potter. Os efeitos especiais são de qualidade, o roteiro é de uma adaptação com a qual já estamos bem acostumados. Não há um respeito literal pela obra original, dando espaço a uma versão bem moderninha: o sátiro dá o toque do humor descarado, do melhor amigo atrapalhado que só se mete em encrenca, além de Hades ser caracterizado como um roqueiro inglês, a entrada para sua casa é em Hollywood, os lotófagos fica em Las Vegas, Hermes tem allstars alados(eu quero um!), Percy usa o lado espelhado de um iPod para enxergar a Medusa. O que é bastante legal e bem aproveitado no filme é a dislexia do rapaz , na realidade sua habilidade para entender grego antigo.

Não é um filme excelente, mas diverte. Até mesmo um especialista deu algumas risadinhas.



Nota 6,5

O adolescente Darren Shan (Chris Massoglia) era como a maioria dos jovens de seu bairro suburbano. Tirava boas notas, era popular, tinha uma excelente relação com sua família e nunca havia se metido em problemas. Seu melhor amigo Steve (Josh Hutcherson) é seu completo oposto. Não vai bem na escola, é rebelde, não tem uma boa relação com seus pais e vive metido em encrenca. Mesmo assim, ambos se completam, numa amizade sutilmente bonitinha. Mas é claro que não veremos a vida de dois adolescentes em apuros (denovo.) Após irem a um Circo de Horrores, os garotos têm contato com o vampiro Larten Crepsley (John C. Reilly) e seu show, repleto de criaturas monstruosas, como um menino-cobra, um lobisomem, uma mulher barbada (Salma Hayek) e um gigante (Ken Watanabe).

A partir daí a vida de ambos tem desenrolar oposto. Dá pra perceber desde o início do filme que, evidentemente, ambos são perfeitos antagonistas.

E é claro, como vampiros estão mesmo em alta, não seria diferente com este filme. Cirque du Freak é mais um à abordar o tema “Vampiros” mas o resultado final é bem diferente da obra proposta por Stephanie Meyer. Apesar de ter um clima bem mais infanto juvenil do que a versão dos vampiros brilhantes (eu ainda não cansei de trollar, não é mesmo?) agradaria um pouco mais o público nerd-rpgista do que as adaptações atuais. Não tão é bom e surpreendente quanto `Deixa ela Entrar`, mas não é insuportável.

O roteiro é bem clichê, e apesar de estar sentindo falta disto desde Crepúsculo, tinha muitos elementos desnecessários, e coisas absurdamente ridículas. O elenco é bem interessante, temos John C. Reilly interpretando o vampiro mentor de Darren Shan(o protagonista) e é interessante ver como sua interpretação é infalível. Uma gracinha. Fiquei surpresa em ver Salma Hayek fazendo o papel de mulher barbada- vidente. Ela não me parecia o tipo de atriz que aceitaria um papel desses. Só pecam nos protagonistas e na mocinha do filme, muito sem sal pro meu gosto, e muito crus nas suas interpretações.

É interessante ver Willem Dafoe, Ken Watanabe e Jane Krakowski, a Jenna de 30 Rock. Ela realmente se tornou muito mais esquisita pra mim depois de ter aceitado este papel. (Euri.)

A fotografia e a direção de arte neste filme ganharam minha simpatia. O clima sombrio, fantástico e estranho do Circo ficou uma graça de ver. É claro que talvez Tim Burton e seus produtores fizessem algo absurdamente melhor, talvez até conseguindo fazer com que o filme ficasse um pouco no cinema em vez de ter vindo direto para DVD, mas até que não é uma grande perda de tempo.



Nota - 9.0

O ponto alto da noite. O primeiro filme de animação e voltado para o público infantil de Wes Anderson, a adaptação da fábula Raposas e Fazendeiros, de Roald Dahl(autor também de A Fantástica Fábrica de Chocolate), encanta adultos também. O Sr. Raposo tem esposa e filho e trabalha em um jornal. Preocupa-se com o mercado imobiliário. Conversa com seu advogado. Tem as mesmas preocupações de um ser humano, mas, mesmo assim, ainda fica claro para nós que protagonista é um animal e não gente.
Como sempre Wes Anderson nos coloca diante de um herói ao encontro de sua natureza pessoal, de conhecer a si mesmo. No caso, o Sr. Raposo uma hora percebe que a única coisa que o completa é caçar a cria dos vizinhos. E passa boa parte de seu tempo planejando o melhor roubo de galinhas que já se viu. Então temos de novo, explícito, que não importa se o identificamos com elementos humanos, ele é de fato uma raposa. E mesmo sendo raposa, podemos ver nele muitos personagens de Wes, losers e introspectivos como Royal Tenenbaum.

Assim como em A Vida Marinha com um constante making-of, com atores que visualmente esperavam parados no canto do quadro a ordem para se mover, artifício estético conhecido do diretor, Wes Anderson usa em Sr. Raposo os enquadramentos geométricos cheios de referências pelos cantos, deixando a animação com cara artesanal. Ele dá closes nas lágrimas falsas das raposas e nos pêlos do rosto. É um cinema de descaramento da técnica, de irreverência, de distúrbios visuais visíveis. Wes Anderson sempre nos coloca personagens irreverentes e cenários coloridos. Ele sempre procura personagens que estejam em constante reflexão sobre a natureza de si mesmos e o quão longe vão para atingir o autoconhecimento.

O roteiro então, é uma gracinha de ver. Tem agradáveis elementos retrós e vintage, desde os figurinos até na própria técnica do stop motion, feito para parecer uma obra antiga, datada. Há também uma dupla irreverente de atores no filme - Jarvis Cocker (vocalista da Pulp) cujo personagem -  Petey -  improvisa uma canção nonsense, enquanto Bill Murray empresta sua voz a Texugo, o amigo meio estranho de Raposo. George Clooney faz a voz do protagonista de forma divertida, Meryl Streep, uma atriz de admiro muito, dubla sua esposa com excelente toque pessoal.
Vale a pena ver, rever, comprar o DvD e indicar para todos os seus amigos.

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