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28 de julho de 2010

Cinema - Some DVD fun time! @ 06:34

Ontem eu estava entediada depois do trabalho e aluguei 3 Dvds, bem filme [B| e uma animação que, na minha opinião, pode virar um clássico.

Vamos ao que interessa?



Nota? Uns 6.0, sendo bem generosa.

Contatos de Quarto Grau é um thriller de suspense ambientado em uma cidade do Alasca, bem pequena, com aquele ar de interior, onde misteriosamente desde a década de 60 todos os anos são registrados um grande número de desaparecimentos e suicídios. Apesar das diversas investigações do FBI, 2000 visitas, segundo afirma o filme, a verdade nunca foi revelada. Quando a psicóloga Dr. Abigail Tyler (Milla Jovovich) começa a gravar suas sessões com pacientes traumatizados acaba descobrindo as mais perturbadoras evidencias de abduções alienígenas, jamais reveladas ao público. A própria atriz se dirige ao público algumas vezes, explicando que algumas das imagens do filme são de acervo real, dando um ar muito mais apavorante ao enredo da história.

Eu assisti o filme junto com minha mãe. Desde os 13 anos eu e minha mãe temos o costume de ver filmes de terror juntas. Eh, eu sei, uma espécie de masoquismo coletivo. Este filme nos deixou um pouco impressionadas justamente pelas `imagens reais` que são absolutamente perturbadoras.

Do aspecto tecnico, o filme é razoavelmente bom. A preocupação em mostrar imagens `reais` e fictícias nos mesmos quadros, deixam o espectador um pouco confuso. Fica poluído demais, e você não sabe ao certo para que cena deve dar mais atenção. O roteiro é simples, quase didático - com começo, meio e fim, plot turning, tudo bem explicadinho. Não há nada muito espetacular ou até mesmo minimamente fora do comum em relação a direção de arte, fotografia, direção ou mesmo atuação.

O que foi mais interessante é o quão broxante foi para mim descobrir que não há nada de real neste filme. Através de artigo do site Ceticismo Aberto (veja o artigo aqui) eu descobri que não só os artigos foram fabricados, como até mesmo um jornal, e que a doutora Abigail mostrada em `imagens reais` do filme, é uma atriz. (Veja o IMDB dela aqui) Pois é, colega. Neste momento o filme perdeu toda a magia.

Pra começar, eu devo explicar que eu sou totalmente á favor de uma total inércia do espectador no momento em que ele se senta numa poltrona para ver um filme. Não importa se me mostrarão coelhos voadores assassinos, vampiros que brilham(Ai que direta) ou tomates assassinos, durante uma hora e cinquenta minutos(ou mais) eu vou acreditar que tudo aquilo é possível. Todo o espectador e até mesmo crítico de cinema precisa, na minha opinião, deixar-se levar pelo roteiro, para poder no final observá-lo com olhar crítico. Do contrário, a experiência é incompleta.

Eh claro, que como qualquer cinéfilo, você assiste um filme pensando em todos os seus aspectos técnicos, e quem presta muita atenção nisso percebe o quão mentirosa é esta história. Os `personagens` reais estão muito tranquilos, com postura de atores treinados, e a hipnose é absolutamente fácil demais. Eu não acho que foi um erro tentarem colocar tudo como baseado em fatos reais. Muitos filmes fazem isso, com eficiência. O cinema imita a vida, e não há nada de equivocado nisso. O problema é que o espectador se sente traído quando percebe que foi enganado. O filme passa a ter um efeito contrário. Não se tem mais prazer em assistí-lo.

Ganha nota 6.0 só porque eu simpatizo com os atores. Só.



Nota 7.0

Foi muito mais interessante ver esse filme com meu avô do que quando vi no cinema com uma amiga.
Meu avô, Antônio Medina Rodrigues é Profº de Língua e Literatura Grega do departamento de letras clássicas e vernáculas da USP, Poeta, Crítico e Tradutor. Também é conhecido como professor de literatura no Anglo, assinando também diversas apostilas. (E ouvi dizer que as dele são as melhores.)

Pra começar, Percy Jackson ganha muitos pontos por ele ter assistido o filme inteiro sem cochilar em nenhum momento. Quando o filme está chato, é ruim, ou tem muito lenga-lenga, ele dorme mesmo, uma forma bastante natural de protesto. Se não, o filme o agrada de alguma forma.

A adaptação não é chata, ruim ou tem muito lenga-lenga. Posso dizer que é até bem dinâmica. Não perde muito tempo com a vida escolar do garoto, com os problemas de sua casa. Mostra o principal. No livro o personagem principal tem apenas 12 anos. Eu suponho que tenham `envelhecido` os heróis principais para competir com os blockbusters de apelo juvenil atuais.(Vampiros que brilham, HA, direta denovo.) Um apelo sexual bem levinho, eu suponho, ao qual eu mostro meu olhar especial de desprezo.

A primeira cena do personagem é muito boa. Percy Jackson aparece submerso e imóvel numa piscina, com os olhos abertos, com uma expressão levemente pacífica. Meu avô deu um sorrisinho, provavelmente percebendo que aquele garoto não só era o protagonista, mas também sacando boa parte da história. Estava claro: ele era no mínimo o filho de Poseidon, deus dos mares.

Assim como a maioria dos heróis da mitologia grega, Percy (Logan Lerman) terá diversas tarefas a cumprir em sua jornada, semelhantes ás de Perseu e Hércules, recheadas de mitologia e monstros de forma quase aleatória. Meu avô ria com simpatia para os elementos que identificava verdadeiros, mas dava umas reclamadas quando se tornava forçado demais. Enfim a tarefa de Percy, é devolver a Zeus, seu raio principal, misteriosamente furtado, o qual todos acreditam ter sido o próprio garoto quem roubou.

Há quem diga que o objetivo é impressionar o pai, recriar um laço antes inexistente, que iria dar continuação á história. Um tipo de relação visceral freudiana, mas se for o caso, foi pouquíssimo bem aproveitada no filme, e levemente recheada no livro.

Do aspecto tecnico, mais uma vez, temos uma adaptação pouco impressionante. Nada que não fosse o esperado de Chris Columbus, diretor dos dois primeiros Harry Potter. Os efeitos especiais são de qualidade, o roteiro é de uma adaptação com a qual já estamos bem acostumados. Não há um respeito literal pela obra original, dando espaço a uma versão bem moderninha: o sátiro dá o toque do humor descarado, do melhor amigo atrapalhado que só se mete em encrenca, além de Hades ser caracterizado como um roqueiro inglês, a entrada para sua casa é em Hollywood, os lotófagos fica em Las Vegas, Hermes tem allstars alados(eu quero um!), Percy usa o lado espelhado de um iPod para enxergar a Medusa. O que é bastante legal e bem aproveitado no filme é a dislexia do rapaz , na realidade sua habilidade para entender grego antigo.

Não é um filme excelente, mas diverte. Até mesmo um especialista deu algumas risadinhas.



Nota 6,5

O adolescente Darren Shan (Chris Massoglia) era como a maioria dos jovens de seu bairro suburbano. Tirava boas notas, era popular, tinha uma excelente relação com sua família e nunca havia se metido em problemas. Seu melhor amigo Steve (Josh Hutcherson) é seu completo oposto. Não vai bem na escola, é rebelde, não tem uma boa relação com seus pais e vive metido em encrenca. Mesmo assim, ambos se completam, numa amizade sutilmente bonitinha. Mas é claro que não veremos a vida de dois adolescentes em apuros (denovo.) Após irem a um Circo de Horrores, os garotos têm contato com o vampiro Larten Crepsley (John C. Reilly) e seu show, repleto de criaturas monstruosas, como um menino-cobra, um lobisomem, uma mulher barbada (Salma Hayek) e um gigante (Ken Watanabe).

A partir daí a vida de ambos tem desenrolar oposto. Dá pra perceber desde o início do filme que, evidentemente, ambos são perfeitos antagonistas.

E é claro, como vampiros estão mesmo em alta, não seria diferente com este filme. Cirque du Freak é mais um à abordar o tema “Vampiros” mas o resultado final é bem diferente da obra proposta por Stephanie Meyer. Apesar de ter um clima bem mais infanto juvenil do que a versão dos vampiros brilhantes (eu ainda não cansei de trollar, não é mesmo?) agradaria um pouco mais o público nerd-rpgista do que as adaptações atuais. Não tão é bom e surpreendente quanto `Deixa ela Entrar`, mas não é insuportável.

O roteiro é bem clichê, e apesar de estar sentindo falta disto desde Crepúsculo, tinha muitos elementos desnecessários, e coisas absurdamente ridículas. O elenco é bem interessante, temos John C. Reilly interpretando o vampiro mentor de Darren Shan(o protagonista) e é interessante ver como sua interpretação é infalível. Uma gracinha. Fiquei surpresa em ver Salma Hayek fazendo o papel de mulher barbada- vidente. Ela não me parecia o tipo de atriz que aceitaria um papel desses. Só pecam nos protagonistas e na mocinha do filme, muito sem sal pro meu gosto, e muito crus nas suas interpretações.

É interessante ver Willem Dafoe, Ken Watanabe e Jane Krakowski, a Jenna de 30 Rock. Ela realmente se tornou muito mais esquisita pra mim depois de ter aceitado este papel. (Euri.)

A fotografia e a direção de arte neste filme ganharam minha simpatia. O clima sombrio, fantástico e estranho do Circo ficou uma graça de ver. É claro que talvez Tim Burton e seus produtores fizessem algo absurdamente melhor, talvez até conseguindo fazer com que o filme ficasse um pouco no cinema em vez de ter vindo direto para DVD, mas até que não é uma grande perda de tempo.



Nota - 9.0

O ponto alto da noite. O primeiro filme de animação e voltado para o público infantil de Wes Anderson, a adaptação da fábula Raposas e Fazendeiros, de Roald Dahl(autor também de A Fantástica Fábrica de Chocolate), encanta adultos também. O Sr. Raposo tem esposa e filho e trabalha em um jornal. Preocupa-se com o mercado imobiliário. Conversa com seu advogado. Tem as mesmas preocupações de um ser humano, mas, mesmo assim, ainda fica claro para nós que protagonista é um animal e não gente.
Como sempre Wes Anderson nos coloca diante de um herói ao encontro de sua natureza pessoal, de conhecer a si mesmo. No caso, o Sr. Raposo uma hora percebe que a única coisa que o completa é caçar a cria dos vizinhos. E passa boa parte de seu tempo planejando o melhor roubo de galinhas que já se viu. Então temos de novo, explícito, que não importa se o identificamos com elementos humanos, ele é de fato uma raposa. E mesmo sendo raposa, podemos ver nele muitos personagens de Wes, losers e introspectivos como Royal Tenenbaum.

Assim como em A Vida Marinha com um constante making-of, com atores que visualmente esperavam parados no canto do quadro a ordem para se mover, artifício estético conhecido do diretor, Wes Anderson usa em Sr. Raposo os enquadramentos geométricos cheios de referências pelos cantos, deixando a animação com cara artesanal. Ele dá closes nas lágrimas falsas das raposas e nos pêlos do rosto. É um cinema de descaramento da técnica, de irreverência, de distúrbios visuais visíveis. Wes Anderson sempre nos coloca personagens irreverentes e cenários coloridos. Ele sempre procura personagens que estejam em constante reflexão sobre a natureza de si mesmos e o quão longe vão para atingir o autoconhecimento.

O roteiro então, é uma gracinha de ver. Tem agradáveis elementos retrós e vintage, desde os figurinos até na própria técnica do stop motion, feito para parecer uma obra antiga, datada. Há também uma dupla irreverente de atores no filme - Jarvis Cocker (vocalista da Pulp) cujo personagem -  Petey -  improvisa uma canção nonsense, enquanto Bill Murray empresta sua voz a Texugo, o amigo meio estranho de Raposo. George Clooney faz a voz do protagonista de forma divertida, Meryl Streep, uma atriz de admiro muito, dubla sua esposa com excelente toque pessoal.
Vale a pena ver, rever, comprar o DvD e indicar para todos os seus amigos.

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27 de julho de 2010

Viagem - Rio de Janeiro @ 08:23

Bem colegas, é perfeitamente possível se fazer um bate-volta pro Rio.
Eu sou a prova viva/exausta disso.

Este fim de semana, apesar de ter planejado outras coisas, eu acompanhei uma colega minha em sua viagem para o Rio de Janeiro, mais especificamente, Niterói.
Ela vai ficar mais duas semanas, mas eu não podia passar mais de um dia por que trabalho durante a semana. Bem, vou tentar descrever essa aventura aqui.



Como fazer um Bate-Volta para o Rio de Janeiro

1-Passagens
O ideal é sempre reservar pela internet. Um amigo nosso deixou para comprar no terminal rodoviário e perdeu os melhores horários. O preço varia. Quanto mais de madrugada, mais barato.
Eu e ela partimos ás 7:00 am do sábado, pagando +ou- R$58.00

2-Escolha um ponto turístico
Ou você passa seu dia torrando em uma das maravilhosas praias do Rio, ou você visita um ponto turístico. UM ponto turístico.
Eu não curto muito sol enlouquecedor na praia, então escolhi o Cristo Redentor, ou Corcovado.



3-Como estávamos em Niterói, pegamos um transporte coletivo pagando R$150 ida e volta inclusos(Valor que foi divido por 5 pessoas. Quanto mais melhor, levem essa dica pro futuro).

4-Chegando no Corcovado você paga a taxa de R$24 reais pelo transporte até o topo e pelo ingresso. É bem caro, mas aparentemente fica mais barato em baixa temporada.
Uma van te leva até lá em cima, e lá você sobe umas escadas(ou pega elevador/escada rolante, sim é moderno desse jeito) e finalmente chega ao topo.



5-Leve máquina fotográfica, pq o cenário é tão lindo que dá a impressão de que você tem o DEVER de fotografá-lo, do maior número de ângulos possível. E se você for querer tirar uma foto na frente do Cristo com os braços abertos(noffan, como você é original) em vez de mandar seu amigo ficar deitado no chão pra tirar, que nem um turista desgovernado, vá até o fundo do solário, que você consegue, okay?XD



Valeu a pena o cansaço, por que, colega, o Rio de Janeiro é mesmo LINDO. LINDO.
Valeu até ter agüentado o sotaque carioca /RUNS

XoXo
Nena

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23 de julho de 2010

O Despertar da Primavera @ 05:47



Essa segunda-feira, dia 19 -07 -2010, eu fui com a Moonie e com a Mari ver O Despertar da Primavera montagem da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho (de "7 - O Musical" e "Avenida Q"), escrita pelo alemão Frank Wedekind.

O musical conta a história de um grupo de estudantes na conservadora Alemanha pré-Primeira Guerra. Por conta da rígida educação em casa e na escola, eles acreditam que qualquer sentimento, seja de amor, tesão ou depressão, é pecado. Até que um deles, apaixonado por uma das alunas, decide contestar todos esses dogmas e escrever uma espécie de manifesto. Enquanto isso, um de seus colegas flerta com o suicídio após ser reprovado, outros dois são homossexuais (com beijo gay, inclusive), uma menina é expulsa de casa, e acaba virando uma espécie de prostituta, e outra é abusada pelo pai.



Antes mesmo de chegar aos palcos, em 1891, "O Despertar da Primavera" --"Frühlings Erwachen", no original em alemão, escrito por Frank Wedekind-- foi proibido, acusado de incitar os jovens ao suicídio. A primeira montagem, com cortes, ocorreu em Berlim, em 1906. Em 1974, o texto estreou em Londres; sua versão musical surgiu na Broadway, em 2006.

Para quem assite Glee (eu ADORO, prontofaley) a atriz Lea Michele(Rachel) fazia parte deste musical, na versão americana <3 Eu ouvi as músicas cantadas por ela e são uma GRACINHA <3



As músicas do espetáculo são a "expressão do pensamento dos personagens", segundo o diretor Charles Möeller. É por meio delas que os temas polêmicos são tratados. Confira exemplos:

>> Relações sexuais: "Venha me tocar onde eu gosto, eu te peço e eu quero mais e de novo e outra vez" ("Venha").

>> Incesto: "Na hora que eu vou dormir, minha mãe sorri. Será que ela não sabe? (...) Então você chega e boa noite, amor, e me abraça e me sussurra sob o cobertor: 'Somos só nós dois, nós e um segredo'" ("Um Escuro Sem Fim").



>> Opressão: "O que faz você arrepiar é que essa merda ainda vai cheirar. E você pergunta 'hey, que é que eu fiz?'. Você é um cão que os caras gostam de chutar" ("Se Fodeu!").

Números musicais



Ato I

* “Mamãe, Me Explica” (Mama, Who Bore Me) – Wendla
* “Mamãe, Me Explica” (Mama, Who Bore Me) (Reprise) – Wendla e amigas
* “Tudo Que É Sagrado” (All That's Known) – Melchior e meninos
* “Nessa Merda de Vida” (The Bitch of Living) – Moritz, Melchior e meninos
* “Meu Vício” (My Junk) – Meninas e meninos
* “Venha” (Touch Me) – Meninos e meninas
* “O Corpo Quer Falar” (The Word of Your Body)– Wendla e Melchior
* “Um Escuro Sem Fim” (The Dark I Know Well)– Martha, Ilse, meninos e meninas
* “A Carta” (And Then There Were None) - Moritz, Fanny Gabor e meninos
* “No Fundo do Breu” (The Mirror-Blue Night) – Melchior e meninos
* “Acredito” (I Believe) – Meninos e meninas



Ato II

* “O Corpo é o Culpado” (The Guilty Ones) – Wendla, Melchior, meninos e meninas
* “Não Tem Tristeza” (Don’t Do Sadness) - Moritz
* “Vento Triste” (Blue Wind) – Ilse
* “O Que Ficou Pra Trás” (Left Behind) – Melchior, meninos e meninas
* “Se Fodeu!” (Totally Fucked) – Melchior, meninos e meninas
* “O Corpo Quer Falar” (The Word of Your Body) (Reprise) – Hanschen, Ernst, meninos e meninas
* “Murmurar” (Whispering) – Wendla
* “Velhos Conhecidos” (Those You’ve Known) – Moritz, Wendla e Melchior
* “Canção de um Verão” (The Song of Purple Summer) – Ilse, meninas e meninos

Elenco original

* Pierre Baitelli (Melchior)
* Malu Rodrigues (Wendla)
* Rodrigo Pandolfo (Moritz)
* Leticia Colin (Ilse)
* Thiago Amaral (Hanschen)
* Felipe de Carolis (Ernst)
* Laura Lobo (Martha)
* Julia Bernat (Thea) - substituta de Malu (temporada carioca)
* Estrela Blanco (Anna) - substituta de Laura
* André Loddi (Georg)
* Bruno Sigrist (Otto) - substituto de Rodrigo
* Pedro Sol (Rupert) - substituto de Pierre (temporada carioca)
* Danilo Timm (Dieter) - substituto de André, Bruno e Pedro
* Thiago Marinho (Ulbrecht) - substituto de Thiago (temporada carioca) e Felipe (temporada paulista)
* Davi Guilhermme (Reinhold) - substituto de Felipe (temporada carioca)
* Lua Blanco (Mariana) - substituta de Leticia
* Eline Porto (Elise)
* Mariah Viamonte (Ina)
* Alice Motta (Frida) - substituta de Malu (temporada paulista)
* Carlos Gregório (homens adultos)
* Debora Olivieri (mulheres adultas)

Enfim, depois de dar uma geral sobre o espetáculo, eu afirmo pra vocês: é ótimo!
Eu quase nunca choro, mas tiveram 3 cenas que me fizeram me debulhar em lágrimas; Não vou contar quais, pois quero que vocês assistam.

Todos os atores estavam impressionantes no papel, todos cantam muito bem, e os adultos me deixaram de queixo caído. O casting dessa peça foi absolutamente perfeito.

Obrigada a Moon pelo convite <3
Nene

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Curta Temporada em SP
Teatro Frei Caneca
Segundas, Sábados e Domingos
de R$50 a R$70 reais
Meia R$25 e R$35 reais

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21 de julho de 2010

O retorno de um Ultrasuede reformulado - Tattoos @ 06:49

Okay, o Ultrasuede ficou estacionado por muito tempo.
Chegou a hora de limpar um pouco a poeira e fazer uma reforma. Que tal abranger as áreas de debate e adicionar duas novas escritoras? Aguardem!

Vou recomeçar falando de Tattoo.
É uma arte que eu e a Jú apreciamos muito.



O que é Tatuagem


A tatuagem ou Tattoo, na forma em inglês ou até dermopigmentação ("dermo" = pele / "pigmentação" ato de pigmentar, ou colorir) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Não significa porém que é respeitada - a maior parte da população ainda vê a tatuagem como sinal de rebeldia.

Trata-se de um desenho permanente feito na pele que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele). A motivação para os cultuadores dessa arte é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida.



O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu em seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele).Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tatoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo novamente.Porém o Governo da Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente.

No Brasil, a tatuagem elétrica é uma arte muito recente, surgiu em meados dos anos 60 na cidade portuária de Santos e foi introduzida pelo dinamarquês "Knud Harld Likke Gregersen" também conhecido como Lucky Tattoo, que teve sua loja nas proximidades do cais, onde na época era a zona de boemia e prostituição da cidade de Santos.




Isto contribuiu bastante para a disseminação de preconceitos e discriminação da atividade. A localização da loja era zona de intensa circulação de imigrantes embarcados, muitas vezes bêbados, arruaceiros e envolvidos com drogas e prostitutas; gerando um estigma de arte marginal que perdurou por décadas.

Hoje em dia, graças a circulação de informação pela televisão e por meios de comunicação como a internet, a tatuagem vem atingindo todas as camadas das populações brasileiras sem distinções.



Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades - dos tatuadores e tatuados. As motivações são inúmeras, e não há uma forma definida ou percurso que explique o desejo e e sua efetivaçao na realização da tatuagem, um evento a princípio antinatural (biologicamente). Há quem tatue para representar um momento em sua vida, uma pessoa ou evento importante, um hobby ou algo/alguém que aprecie, idolatre, religião, posição política, ou simplesmente estética. Portanto considera-se um movimento do ser simbólico-social, que supera o instinto de autopreservação, uma característica absolutamente humana. O contexto, o ambiente, a época, o nível cultural, as influências, modismos, ideologias, crença e espírito despojado são alguns dos níveis que podem dar vazão ao processo. Nenhuma teoria psicológica, psicanalítica, religiosa, antropológica ou médica apresenta uma explicação exclusiva e final para a tatuagem. Considera-se um movimento complexo sobredeterminado, desde sua origem histórica até o contínuo uso na contemporaneidade.



De declarações de amor à pura estética, de posição política à disseminação cultural, os motivos que levam uma pessoa a decidir por uma tatuagem são os mais variados possíveis. As populares estrelinhas, letras japonesas, borboletas e beija-flores ainda são as mais pedidas nos estúdios,(e alguns tatuadores já consideram desagradável fazê-las) mas também há espaço para muita criatividade.

Ter uma idéia do que se quer, faz diferença na hora de conversar com o tatuador. É ele quem vai te orientar aos traços e mesmo à viabilidade do desenho conforme a anatomia da pessoa - nem sempre o local do corpo escolhido é apropriado para determinados estilos de tatuagem. Ás vezes o tamanho da tatuagem que você quer também pode ser inapropriado. A maioria dos tatuadores dá sua opinião na sua escolha de tatuagem, e você deve ouvi-la. São profissionais que não vão querer seu nome numa obra de arte feia.



Uma das perguntas mais frequentes que alguém que está a contemplar efectuar uma tatuagem faz é: “vai doer”? A resposta é simples: claro que sim. E porquê? Uma tatuagem implica a oscilação de um conjunto de agulhas sobre a pele, que entram e saem rápida e repetidamente da mesma, cerca de 80 a 150 vezes por segundo! Mas espere…antes de desistir da ideia, saiba que o nível de dor também varia consoante cada pessoa, depende do local onde a tatuagem será feita e a sua dimensão, sem esquecer a perícia e a experiência do tatuador.


Qual a sensação?


Embora não seja particularmente fácil descrever qual a sensação de ser tatuado, algumas das descrições mais recorrentes incluem: é semelhante a um escaldão, parece que se está a ser picado por uma abelha, um grande arranhão, uma sensação de calor, desconfortável ou simplesmente irritante. Também parece ser consensual que fazer o contorno do desenho é um pouco mais doloroso do que o seu preenchimento. Curiosamente, as pessoas que já enfrentaram algum tipo de cirurgia e as mulheres que já deram à luz, são normalmente quem diz que “não dói nada”! Por outro lado, a maioria das pessoas sente algum incómodo nos primeiros minutos, mas depressa se habituam e chegam à conclusão que “não é tão mau como pensavam”! Consequentemente, a dor é substituída pelas endorfinas, até porque a partir de agora o pensamento está apenas concentrado em ver o resultado final!



Os grandes medos

O medo da dor que uma tatuagem supostamente vai infligir está por vezes relacionado com outros receios: o medo de agulhas e/ou de sangue! O primeiro é facilmente resolvido – basta efectuar a tatuagem num local onde não está a assistir ao processo ou então não olhar; quanto ao segundo, é muito raro alguém sangrar ao ser tatuado, a não ser que tenha bebido álcool ou tomado aspirina (ou outro medicamento que possa contribuir para a diluição do sangue) imediatamente antes. Para além disso, as agulhas apenas penetram cerca de 2.5 cm da pele – pegue numa régua e veja com os seus próprios olhos – e ao longo de toda a sessão, o tatuador limpa, vezes sem conta, a área de trabalho.




Onde dói mais e menos?

Para ficar com uma ideia da sensibilidade das diferentes zonas do seu corpo que pode estar a contemplar tatuar, faça esta experiência: belisque a zona superior do braço e depois a parte de cima do pé. Dói mais no pé, não é verdade? Regra geral, as zonas com mais músculo e/ou gordura doem bastante menos do que aquelas partes do corpo com uma alta concentração de nervos, com ossos apenas e ainda algumas zonas erógenas.
Mais probabilidade de dor:
• Órgãos genitais ou próximo dos mesmos
• Interior das coxas
• Tornozelos
• Pés
• Mãos
• Esterno (osso situado na parte anterior do tórax)
• Costelas
• Peito (principalmente para os homens)
• Zona inferior das costas
• Espinha dorsal
• Cabeça
• Qualquer zona da cara
• Pescoço
• Por de trás das orelhas
• Axilas
Menos probabilidade de dor:
• Omoplatas
• Braços
• Barriga da perna
• Exterior das coxas
• Bumbum




Prevenir a dor

Existem histórias dramáticas que incluem choro e até desmaios durante uma tatuagem mas estes são, sem dúvida, casos isolados. O que pode acontecer é que a pessoa está tão ansiosa que os nervos apoderam-se de toda a situação, tornando a experiência insuportável; ou então não se alimentou correctamente antes da sessão; ou por outro lado, está a fazer uma tatuagem muito grande e o corpo está a responder negativamente a várias horas passadas nas mãos de um tatuador.
Para prevenir contra uma sessão dolorosa e “para esquecer”, considere as seguintes sugestões:

• Descubra tudo o que puder sobre tatuagem – quanto mais bem informado estiver, mais preparado estará na hora da verdade.
• Peça referências e não descanse até encontrar um tatuador com o qual se sinta realmente confortável.
• Pode sempre escolher uma zona do corpo à partida menos dolorosa para efectuar uma primeira tatuagem, mas se o que realmente quer é tatuar o tornozelo, por exemplo, peça ao tatuador para fazer um ensaio prévio com as agulhas (e sem a tinta!) para ter uma ideia do que vai sentir.
• Mentalize-se que a dor faz parte da arte de tatuar, sendo por isso mesmo, e em simultâneo com o seu principal significado, um símbolo de tolerância e paciência.
• Não está sozinho! Todas as pessoas que fazem uma primeira tatuagem (ou até mais!) vivem a mesma ansiedade inicial, por isso, pode ser reconfortante falar com alguém que já seja tatuado! Aproveite para lhe colocar todas as suas dúvidas.
• Como cliente pagante, está no seu direito de pedir ao tatuador uma pausa ou até para terminar a sessão mais cedo, retomando-a noutro dia (isto é especialmente relevante se a tatuagem for muito grande e/ou complexa). Não se preocupe, os tatuadores estão habituados a lidar com todo o tipo de cliente e cada caso é um caso!
• Quanto mais relaxado estiver, mais fácil será “aguentar” todo o processo. Valerá sempre a pena se pensar na obra de arte que vai poder exibir no final da sessão!




O Significado de algumas tatuagens

O significado depende. A maioria das tatuagens de origem oriental se baseiam em histórias como contos de fada. Um dos significados que mais me emociona é a da tatuagem de uma carpa se tornando dragão.
A carpa subindo significa força para alcançar os objetivos e uma carpa descendo significa que os objetivos foram alcançados, a mitologia diz que as carpas sobem o rio para se tornar um dragão na volta, por isso somente carpas descendo podem ter aquela cara de “mau” característico, semelhante a um dragão.
O Huang Ho (Rio Amarelo) atravessa toda a China. Para atingir sua fonte, a carpa / koi precisa nadar através de vales cheios de cachoeiras até a montanha Jishinhan. A lenda diz que se uma carpa / koi conseguir subir pela cachoeira Longmen Falls (Portão do Dragão), ela se transformará em dragão. Por causa da lenda, as carpas / kois se tornaram um símbolo de sucesso em vida.
As folhas próximas ao desenho da carpa representam o caminho até os céus que as carpas tem que seguir.Enfim, é uma tattoo que eu faria, quando encontrasse um local no meu corpo para tatuar e uma boa quantidade de dinheiro xD




Outro significado legal é o das andorinhas. Esse eu conheci com um colega da faculdade. As andorinhas nunca andam sozinhas então na tatuagem significa ter alguém com quem você sempre vai estar. A maioria tatua duas, pois é o tradicional e significativo, mas é comum um casal, ou uma dupla de amigas tatuar cada um uma andorinha.



Alguns significados de tatuagens> http://www.tatuagem.com.br/tattoo/significados-das-tatuagens.html

O preço


Varia de tatuador/estúdio. Tem lugar que cobra por hora de tatuagem. Tem alguns que analisam a dificuldade do desenho, o tamanho, e se tem ou não cores.



Ultrasuede has some tattoos!


Tattoo da Nena, feita aos 18 anos. Foi a sua primeira tattoo. P&B.

Nena-> 1-Um par de asas nas costas. Aos 18 anos.
Para mim simbolizou um período de transição, entre a pré-adolescência e a maturidade. As asas foram custodiadas e ninguém tem um desenho igual ao meu <3


Minha segunda tattoo, um filhote de lobo com olhos azuis. P&B + Ciano.

2-Um filhote de lobo no quadril. Aos 19 anos.
Uma lembrança das minhas épocas de ROPG que me ajudaram a desenvolver minha habilidade de escrita. O lobo chama-se Elijah e tem olhos azuis. Ele era o lobo(cão) guia de uma garou cega. Elijah em meu corpo iria olhar o meu caminho e não me deixar entrar por vias erradas.



A Ju e a Anna também tem tattoos. A Ju é fascinada por diferentes tipos de coração (tem 2? um no cox, e um no antebraço.) Ela também tem duas estrelinhas, uma logo abaixo dos seios e outra no pé.
A Anna tatuou uma frase da cidade que ela visitou nos EUA. Depois eu atualizo qual que é aqui pra vocês. Foi a primeira tato dela. Simbolizou um período da vida dela que ela dificilmente vai esquecer.



O Ultrasuede recomenda

Encontrar um estúdio e um tatuador que você goste depende inteiramente de vice e do seu feeling na hora. Pelo menos é isso que nós do Ultrasuede acreditamos. Tem estúdios ótimos na área da Paulista, mas eu e a Ju rodamos muito até achar um que nos sentimos confortáveis.
Eu e a Júlia tatuamos com o Fábio, na Galeria Ouro Fino(SP), mas ele se mudou de lá e nós não o encontramos mais.
Nós recomendamos de qualquer forma > http://www.truelovetattoo.com.br/index2.html Eh aonde eu farei minhas futuras tatoos (e a Ju tbm, acho)

Mais tattoos que eu achei por ai>









Espero que tenham curtido o novo post. E aguardem as novas blogueiras ainda essa semana!

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7 de outubro de 2009

Ultrasuede Tip: Movies! @ 11:41


No drama My sister's keeper(Uma Prova de Amor), de Nick Cassavetes, tem Cameron Diaz e Abigail Breslin,a pequena Miss Sunshine.

Através de flashbacks, vemos a realidade atual junta com elementos do passado que contribuem para uma história dolorida e recheada de problemas familiares intensos.Kate (Sofia Vassilieva) desde pequena foi diagnosticada com leucemia, e milagrosamente sobreviveu aos 15 anos, chegando ao apce da sua doença. Seus pais (interpretados por Cameron Diaz e Jason Patric) discutem, o irmão mais velho (Evan Ellingson) se sente negligenciado e a caçula de 13 anos (Abigail Breslin) - concebida em proveta para doar um rim à irmã doente - quer decidir sozinha o que fazer com o próprio corpo, nem que tenha que lutar por isso na justiça.

Você acompanha mais o drama da família do que o processo judicial.E em lágrimas o tempo todo.



Carl Fredricksen, 78 anos e Russell, 8 são a nova dupla e os mais novos EXCELENTES personagens criados pela Pixar no novo filme, Up: Altas Aventuras. O primeiro é um amargurado vendedor de balões aposentado e viúvo(tristemente viúvo). O outro, um alegre e esforçado escoteiro,com problemas de atenção. Na aventura, ambos voam inadvertidamente juntos ao sul, em uma casa içada por milhares de balões coloridos.

A Pixar mais uma vez se superou.Além de uma trama engraçada,envolvente,você tem ótimos personagens.Eu particularmente amo o pássaro Kevin e o cachorro Doug.Eu chorei em algumas partes.E recomendo!



Apresentador de um programa de televisão chamado A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth), que dá título ao filme, o sujeito explica, sem papas na lingua ás vezes de forma bem grosseira, como funciona ambas as cabeças do homem.

Mulherengo, ele dispara suas pérolas de sabedoria machista para todos os lados. Sua nova produtora,vivida por Katherine Heigl, a romântica workaholic obcecada por controle Abby Ritcher precisa encontrar uma maneira de lidar com seu novo contratado se quiser continuar na emissora.

E os dois,absolutamente diferentes,fazem no final o clássico casal perfeito.

O filme é engraçado,mas eu achei muito clichê.Já dava pra saber exatamente o que ia acontecer sem nem ter lido a sinopse.Mas dá pra se divertir sim!

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31 de agosto de 2009

Ilustradora - Linn Olofsdotter @ 09:46

Nê,trazendo o Ultrasuede de volta das cinzas!


Vamos falar de uma ilustradora que eu achei por ai,Linn Olofsdotter.
Ela nasceu na Suécia,trabalhou no Brasil,e agora está em Portland.Ela tem uma imaginação fantástica,e é bem multimeios,mistura desenhos analógicos e digitais.Por ter vivido em lugares tão diferentes,ela caracteriza sua criatividade como multi facetada por causa das diferentes culturas.

Seus trabalhos ja apareceram na Computer Arts e na Bon Magazine.Ela já cirou camisetas e ilustrações pra Oilily e La Perla.A maioria dos seus trabalhos tem essa aparência divertida e colorida,com aspectos de colagem,muitas camadas,nuances e mídias envolvidas.Tem esse traço que eu adoro,meio surreal meio pscodélico,e alguns de seus trabalhos dão até de óptica.É fantástico,vale a pena conferir!







Veja mais em http://www.olofsdotter.com

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15 de maio de 2009

Ultrasuede Designer´s Meme @ 13:33

ULTRASUEDE MEME

1 - Quem é você?(duh,por essa,deixo você responder o que quiser)

3- O que você está fazendo?

4- O que você gostaria de estar fazendo?

5- Entre um logo ou um design de página,o que você prefere fazer?

6- Entre o Mário Fontinho,o Pelegrini e o Bicudão,quem você abandonaria numa ilha deserta para ser perseguido
por um godzila de calças leggin floridas?

7- Você fez uma boa ação hoje?

8- Comeu seus vegetais?(gracínia)

9- Ligaria para chamar a Oprah pra um cine?

10- Leu algum livro da Meg Cabbot?

11- Faria um powerpoint sobre?


pronto.isso foi um Meme by Nê,super entediada.(eu já falei isso?)

By Jules

1 - Sou a Júlia: ruiva, gosto de pensar que sou criativa, escrevo, sou designer, estudante, e amo aquele triozinho essencial música-cinema-livros (acrescento fotografia (polaroids) e moda (obvio)

3- estou respondendo isso e ouvindo hot chip (over and over)

4- nem te conto =p

5- design de página, sou daquelas do editorial

6- eu acho que o Pelegrini.

7- Fiz, diversas.

8- pena que não, hoje estou rebelde.

9- Não, porque ela é mó chata. Posso chamar o Louis Garrel?

10- Então, não, só vi o filme do Twilight pra tentar me entusiarmar com teenage love, mais não rolou.

11- Provavelmente não, credo.

By AP

1. Eu sou a luz da estrelas... XD /por essa eu mereço um peteleco na orelha

2. Eu estou respondendo a um meme, ouvindo uma conversa meio besta e vendo imagens bacanas em sites por ai... E acabei de reparar que a Nena pulo o numero dos...

3. Eu gostaria de estar em casa com a minha familia...

4. Um logo

5. Posso deixar os três e o Mozart?! /comofaz?

6. Eu ajudei criaçinhas a fazerem suas lições de casa - ou seja, ja garanti minha vaga no céu...

7. Tinha tomate no enroladinho que eu comi, então sim!

8. Ah... Não.. Nada contra a Oprah mas... não...

9. Não /ingonurantchi

10. Sobre as reflexões da sistematica tupi na problemática do paradgima social cultural urbano-moderno da sociedade
paulista como uma metafora para a sociedade como um todo.


By Nê


1 - Eu sou um ponto na massa de estudantes entediados na aula de hipermídia.Comendo carolinas.Entediada.Comendo.Falei que estou entediada?

3- Esta merda...e conversando via e-mail com o Blue.(leandro @blueisthemoon)

4- Vendo um filme ou lendo a Nylon que comprei /seachalitruz bjsmil.

5- Design de página.

6- Pelegrini.Além de eu achar hilária a imagem dele correndo gritando desesperadamente,iria resolver 90% dos problemas do curso.

7- Nenhuma,sou um lixo de ser humano.Ou sou ocupada,o que me qualifica como uma paulista nativa.

8- Não D= Vou pro inferno né?

9- Total,mas só se fosse comédia romântica.

10-Três.Não sei dizer se me arrependo.

11- Meus amigos.Num seria fofo?

xoxo
N.

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30 de abril de 2009

Harajuku Girls! @ 07:03

Aproveitando uma pesquisa para o trabalho de metodologia,vou colocar aqui um dos estilos que eu mais gosto.

Com a popularização da cultura alternativa em São Paulo, os emos, punks de boutique e góticos se tornaram cada vez mais numerosos nas ruas e em baladinhas alternativas, gerando polêmica com seus estilos "exagerados", devido às extravagantes roupas, penteados e acessórios utilizados.

Porém, este choque cultural parece pequeno para quem já ouviu falar de um outro tipo de movimento , que nasceu em Harajuku - uma popular área ao redor da Estação Harajuku, do Município de Shibuya, em Tóquio, Japão.



Nesta região, todos os domingos, cerca de dois mil adolescentes se reúnem para desfilarem figurinos que parecem ter saído de histórias futurísticas, quadrinhos de mangá ou de lojas de brinquedos. Por lá, circulam diferentes tribos e estilos, que fizeram este bairro japonês ficar famoso ao redor do planeta.

Os Harajukus, como é chamado essa "tribo"(odeio essa expressão.Parece o jeito como gente velha tenta rotular um grupo de amigos), atraem turistas, jornalistas e fotógrafos. O seu estilo de se vestir já inspirou artistas, cineastas, cantores e estilistas dos mais diferentes países, inclusive os brasileiros.

Cabe ressaltar que no Japão isso é mil vezes mais chocante do que aqui: a cultura e a educação rígida,restrita e tradicional desde a Segunda Guerra,forçava os jovens a estudarem muito e trabalharem cedo.Não havia tempo ou permissão para se expressar,eram todos contidos numa única massa.O J-rock e o visual eram um método de eles saírem da mesmisse,do geral,para serem invididuais,únicos.E isso é bem visível em sua moda.

Foi na década de 90 que a moda de rua começou a expressar as reais vontades e gostos dos adolescentes asiáticos, que elegeram como ponto de encontro uma região repleta de lojas sofisticadas, chamada Harajuku - nome que ganhou graças à movimentada estação de trem homônima, abrigada em seu território.

Em suas imediações estão reunidas as novidades mais criativas dos estilistas, tatuadores, pintores e cabeleireiros locais. Nas calçadas acontecem performances de artistas urbanos independentes, que atraem os olhares de curiosos e transeuntes. Estas atrações começaram a aparecer como resultado do hobby de alguns estudantes que se encontravam no local aos domingos, buscando algum tipo de diversão.

Quem acha que o visual Harajuku se restringe apenas aos nossos amigos de olhos puxados do outro lado do mundo, engana-se. Essa vitrine viva que ocupa as ruas do tradicional bairro japonês, atualmente, estão nas principais passarelas da moda.

Enquanto no Japão a marca "A Bathing Ape" é a preferida entre os harajukus e adeptos do estilo "streetwear", no mundo ocidental personalidades famosas como Bobby Gillespie, do Primal Scream, Ian Brown, do Stone Roses, Pharrel Williams e Puff Daddy incrementam seu visual com assessórios da mesma grife.

No Brasil, a tendência japonesa também ocorre entre os profissionais da moda. A marca de sapatos "Zowie", por exemplo, com sede na Galeria Ouro Fino, em São Paulo, produz calçados sob encomenda. Quem estiver disposto a desembolsar uma quantidade alta por uma peça única, extravagante e bem no estilo do que as meninas japonesas vestem, o ideal é dar um pulo na loja para conferir.

A marca de sapatos Melissa, também se rendeu à moda do famoso bairro japonês. As coleções da grife têm fortes referências à moda oriental. Serão sandálias de papete, com grandes plataformas, cores fortes e até com cheiro de chiclete e bala.

Nas passarelas internacionais, o estilo inusitado dos freqüentadores de Harajuku também foi destaque em alguns desfiles. O estilista Marc Jacobs usou em suas últimas coleções sobreposições criativas e multicoloridas, inspiradas nas ruas do bairro japonês.

E então,Nena,como fazer?

Em Harajukku, misturar estilos diferentes e cores e padrões que não combinam são práticas encorajadas - você pode fazer o que quiser, enquanto sua vestimenta for a expressão sincera de sua individualidade.

Uma das marcas de Harajuku é a sobreposição. Casacos, vestidos, jaquetas sobre camisetas ou blusas, vestidos com calças, e por aí vai. Vestir roupas em camadas (ou dar a aparência de camadas ao usar roupas com babados, por exemplo) permite que você misture uma grande variedade de estilos, o que dá mais dimensão a sua vestimenta.

O estilo Harajuku não termina nas roupas. Tranças e outros penteados "bonitinhos" são populares, assim como tingir os cabelos. Maquiagem criativa, teatral pode ser uma adição divertida.



Os estilos mais famosos são:

Kigurumi são os "pijamas" bonitinhos. Muitas vezes trazendo a forma de personagens de animes infantis.

O estilo Decora traz cores brilhantes, exuberância e acessórios dos pés a cabeça. Você se decora com brinquedos plásticos e joalheria, e não é incomum escutar os penduricalhos batendo uns nos outros enquanto a pessoa anda.

Wamono significa misturar roupas tradicionais do Japão com moda ocidental.

Gothic Lolita
usa roupas criando a semelhança de uma boneca da era vitoriana. Delicadeza é uma das palavras-chave para o estilo.

Visual K é o estilo em geral dos músicos,que faz uma mistura de tudo;Existem várias subcategorias desse estilo.

Enfim,a chave é se divertir e mostrar o que você é,independente do que os outros podem achar.

Xoxo

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29 de abril de 2009

Moda Para Download!! @ 17:31

"Paulo Martinez, stylist mais que gabaritado, pontuou no último Pense Moda que estão faltando revistas especializadas em moda no Brasil para que as pautas sobre o assunto sejam desenvolvidas com mais liberdade e menos quantidade de cópias das "mães" internacionais (Vogue Brasil em relação à Vogue America, Elle daqui em relação à de lá e assim sucessivamente).

Mas, além disso, outro fator limitador para o crescimento do mercado editorial fashion é o preço das revistas, que por ser alto não atinge grande parte da população. Por isso, quando a iniciativa de colocar uma revista de moda inteirinha na internet é tomada, a gente tem mais é que divulgar aos quatro cantos.

E a Melissa, dando início às comemorações dos 30 anos da marca, disponibilizou sua Plastic Dreams totalmente em PDF, pra ser baixada pela net da primeira à última página! Não é incrível?"

Fonte: The Black Cat Walk



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21 de abril de 2009

Home Sweet Home @ 15:47



Quando você escolhe uma roupa pra sair, esta escolhendo a forma com que 

você quer que as pessoas te vejam. (mesmo quando você nao liga para moda, acredite, isso fica bem evidente).

Quando você escolhe um acessório, ou móvel para a sua casa (ou no meu caso, para meu quarto - que, em uma certa forma de auto-negacao, gosto de chamar de mini-loft) você também escolhe a imagem que quer passar para as pessoas.

Enquanto a Nena e a Julia falam sobre moda e editorial (coisas que elas fazem bem melhor do que eu, admito) prefiro falar sobre decoração. (e arte e afins)

E, por mais difícil que pareça, você nao precisa investir muito para ter uma casa com estilo.

Primeiro: Fuja dessas lojas de shopping - caso você nao tenha notado, elas tem exatamente a mesma coisa, em três tipos de tecido! - eu gosto de comprar moveis em brechos e em centro de doaces. (Ok, pega mal falando desse jeito, mas existem pessoas que jogam fora coisas lindas - se eles nao querem mais, tem quem queira!) Sem falar, que os moveis mais antigos foram feitos para durar mais, nada como trocar o estofado, ou escurecer a madeira de uma poltrona que nao a torne linda.

e Segundo: Embora eu adore um estilo vintage, escolha um numero limitado de pecas ou você corre o risco de ter uma sala datada e over. (Ou seja, como na moda less is more!)

Bom, acho que ja esta bom - foi pouco, mas eu me considero minimalista! (rs)

Antes de ir, uma dica de site para aqueles que querem mais ideias de moveis

e decorações: Desing Milk - um site muito interessante e com varias ideias,

novos conceitos e outros links.

See you soon!



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16 de abril de 2009

Evan Rachel Wood in GQ @ 06:17

Eu adoro a Evan Rachel Wood. Ela cobre diversas facetas: menininha + ex-namorada do Marilyn Manson + atriz (com papéis polêmicos e outros que passam em branco)
O novo ensaio dela, que inicia a fase dela ruiva, que para mim, sem dúvida é a melhor (ela é loira natural, mais já teve por um bom tempo o cabelo castanho ou mesmo preto - num visual meio/total Dita Von Tease) tem uma direção de arte incrível: Sexy, sexy, sexy.





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lalala

.pix.

A elegância de um tecido
natural adicionada a durabilidade.Ultrasuede é um tecido que
não amassa e pode ser levado á máquina de lavar.
É um blog versátil ,e divertido,sobre moda,cinema,música,fotografia e design.
A Original Pix é uma criação multimeios;é a nossa produtora,editora,tudo,que envolva o processo artístico das três criadoras.

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Júlia D´Alkmin:"secretária sexy,propaganda da uninove,intelectual sexy,girl power,cute girl,"expansiva" e pseudo punk." 20. São Paulo-SP..Designer.Fashion producer.Escritora.

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Anna Paula Tofoli:
"Desenhista (quase sempre), Cineasta (quando pode), Política (nas horas vagas), Fashionista (mentira), Designer (quando quer), Professora (meio período)" 20.São Paulo-SP.Multimeios Puc.

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Voldie. Writing.Reading.Movie-watching.Japanese-comics.Japanese-fashion.History.Being-nerd. 18 winters, so far. PUC-multimeios.

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